quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

um brinde a uma nova continuação

Um obrigada a quem se lembrou,um obrigada a quem pediu promessas de um cafézinho. Que podem passar os dias mas nunca deixam de estar comigo. Um obrigada a quem conheci melhor,a quem cada vez conheço mais,a quem cada vez me dá mais a mão. step by step approaching
Um obrigada por ter-se achado que resultou,um obrigada por ter mesmo,um obrigada pelo assento,pelo conforto. Por todas as piadas desconfortáveis. Pelo quente que constipa. O aperto de garganta e a vontade de chorar,pelo nervosismo,de faltar uma peça,e de andar em rodas para a deixar no sítio certo. Que um dia vai ser melhor,ou o mesmo. Que se vai repetir. Um brinde aos laços,que não se quebram por nenhuma distância,que por isso apelido de 'reais'.

meia noite
Entra com os dois pés. Com o direito para seres feliz,para teres os teus momentos,para rires,para chorares sobre o bem,para amares,para quereres repetir um momento,e para o fazeres. Para te dares aos outros e teres um bónus para ti. Com o esquerdo porque dá azar e a música só é bonita graças ao silêncio. Com os dois para viveres.

rascunho entre trezentos e sessenta e cinco


foi um ano e pêras. já pensei em escrever sobre ele,mas cansa demais. quem sabe,sabe; quem fez,fez ; quem viveu,viveu ; quem marcou,marcou ; e a quem se lembrou,foi porque marquei. espero que o próximo supere,porque dois mil e oito foi tão imperfeito que levou à perfeição. que de janeiro a março fui mais feliz que em qualquer outra altura. que em abril e maio chorei mais do que alguma vez tinha chorado. que em junho e julho ganhei muitos laços,alguns ficaram por criar (e ainda bem porque nao valiam a pena),outros criaram-se mesmo - e que ganhei um irmão (que viria a perder). que agosto foi perfeito na ingenuídade. que setembro teve desilusões,erros e prazeres. que a partir deste comecei a lutar pelo meu sonho. que de outubro a inícios de dezembro foi uma sucessão de partilhas,de muitos foras de casa. que dezembro foi bom,com os velhos e com os novos (nao me refiro a idades). que de janeiro a dezembro entrei num grupo de treze abelhas que fazem muito mel,e bom,que vai ser comido em dois mil e nove,que cresci muito nesse grupo (Bonifrates). um ano em que ganhei muita gente que não me deixa,mesmo longe,mesmo calada,mesmo com fantasmas,mesmo passado. conheci a metade de mim,que não me deixa fugir da minha simplicidade e me faz crescer. conheci quem pensava ser a minha alma gemea e sei que estará sempre pronta para mim se precisar,e com ela quem me perceba num assunto de compreensão mútua única. e quem uma vez por semana me traz um bocadinho de sol,numa hora de almoço,num bocadinho de tarde,ou em cinco minutos. porque neste último dia do ano sinto que me tornei mais, maior,mais pequena. foi um ano e pêras.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

fiambre

Perdi-me nesse teu platonismo infértil,daquele chão nada mais cresceu. Nem musgo. (....)

Agosto 2008

take the lead

Pierre Dulaine: Do you love to dance?
Caitlin: Yeah
Pierre Dulaine: Then you’re meant to dance.


Serve?Para todos que me enchem de perguntas sobre certezas do meu futuro?

australia

'I sing you to me'

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

mec

A paciência é um virtude,a impaciência não se cura,despacha-te !

mec

domingo, 28 de dezembro de 2008

My blueberry nights,Wong Kar Wai




'From my observations, sometimes it's better off not knowing, and other times there's no reason to be found.'

'Everything has a reason.'

'Hmm. It's like these pies and cakes. At the end of every night, the cheesecake and the apple pie are always completely gone. The peach cobbler and the chocolate mousse cake are nearly finished... but there's always a whole blueberry pie left untouched.'

'So what's wrong with the blueberry pie? '

'There's nothing wrong with the blueberry pie. Just... people make other choices. You can't blame the blueberry pie, just,no one wants it. '

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

terra do nunca

'If you believe in fairies,clap your hands'

Peter Pan

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

peter pan

'No boy should ever be sent to bed. They always wake a day older'
James Mathew Barrie

youth ought to be a present
The phrase of the day,about the boy who didn't want to grow up in a day which we remember that some of us should keep that spirit alive. However,I don't believe in Santa.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

antiquissis

(...) Tira-me o meu puxo do pulso esquerdo e diz que o queres,e,não o percas. Não me perguntes se quero o teu. Promete-me que ficas,promete que nao passas sem olhar,promete que nao te calas.


A minha irmã deu me um caderno pequenino de folhas brancas,algures entre um texto maiorzito encontrava-se este pedido,nao sei de quando,nao me lembro onde,mas sei para quem

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

noel


'I dont want a lot for Christmas,there is just one thing I need..'

domingo, 21 de dezembro de 2008

there's a good reason these tables are numbered honey,you just haven't thought of it yet

Please leave all overcoats,chains and top hats with the doorman.
- from that moment you'll be out of place and underdressesed

Panic! at the disco

sábado, 20 de dezembro de 2008

19.12.2008 - 20.12.2008

'Momento histórico'
Somos doze,vinte e quatro braços,um abraço.

Até Janeiro,
Xinduá

"Apaga a luz!"

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Romeo and Juliet - Act.2 Scene II

Lady, by yonder blessed moon I swear
That tips with silver all these fruit-tree tops..

O, swear not by the moon, the inconstant moon,That monthly changes in her circled orb,Lest that thy love prove likewise variable.

What shall I swear by?

Do not swear at all;Or, if thou wilt, swear by thy gracious self,Which is the god of my idolatry,And I'll believe thee.

If my heart's dear love..

Well, do not swear: although I joy in thee,I have no joy of this contract to-night:It is too rash, too unadvised, too sudden;Too like the lightning, which doth cease to be .Ere one can say 'It lightens.' Sweet, good night!This bud of love, by summer's ripening breath,May prove a beauteous flower when next we meet.Good night, good night! as sweet repose and rest Come to thy heart as that within my breast!

O, wilt thou leave me so unsatisfied?

What satisfaction can thou have to-night?

The exchange of thy love's faithful vow for mine.

I gave thee mine before thou didst request it: And yet I would it were to give again.
William Shakespeare

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Pierre Dulaine

'Dancing is not about the steps,is about what is between the steps,that is dancing.'

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

cenário?

definitivamente,não saio sem os meus óculos de sol

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

two more drinks

Afoga a noite,arranja um deus,abraça alguém,exagera no riso,infiltra-te,olha o céu. Quando a noite traz o frio que te enruga a tua garganta,cantaste demais,agora dança.

domingo, 14 de dezembro de 2008

O enigma e o espelho, Jostein Gaarder

'As estrelas tb caem um dia. Mas uma estela e so uma faisca da grandiosa fogueira celeste'



Ps : eu também quero uma borboleta que muda de cor consoante a minha temperatura +.+

há,houve,havia,haverá,havendo,houvesse

Há coisas que ninguém entende,ninguém percebe. Há assuntos em que só uma pessoa nos sabe ouvir. Em ciclos sem fim. Por razões mútuas. Por razões injustas. Há assuntos que nunca são ultrapassados,que nos fazem querer esmurrar o punho contra a parede. Há momentos que são insubstituíveis e fatalmente irrecuperáveis. Há pessoas inesquecíveis. Há pessoas que nos deixam diferentes. Há pessoas que somos incapazes de esquecer. Há pessoas que marcam. Que deixam nada mais que rasgos interiores de memória,de sensações,e mais nada. Que deixam passado. Que queriam ter deixado presente,que nós queremos também,mas que é inviável,que é assombrado por questões nunca respondidas e/ou nunca feitas. Há pessoas que nós sabemos compreender. Há sentimentos que gravamos e inconscientemente somos incapazes de deixar,olhando com desdém sempre para aquela pessoa,ou suspirando sempre que se fala noutra. Há sempre surpresas. Há sempre coisas pequenas. E fazer colecção delas é das melhores maneiras de conseguir viver,de agradecer,de rir,de ser feliz. Detalhes que caracterizam o dia. Mas não confundam coleccionar coisas pequenas com contentar-se com pouco.

sábado, 13 de dezembro de 2008

acorda-se tarde

4 horas - The show must go on
e nas cinco seguintes sentir o mundo a nossos pés e saciar as gargalhadas.

the show must go on
Ouvem-se os pingos da chuva sobre o tecto,a pressão corre,o hábito desliza,e agarramo-nos uns aos outros,às gargalhadas,aos abraços,ao desdém, para sair cansados e rejuvesnecidos duma cave pintada de azul no sítio errado. Ou certo?


é o que faz dois sábados seguidos,os melhores de sempre. há semanas assim.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Romeo + Juliet


Did my heart loved 'till now? For swear it,sight. For I never saw a true beauty 'till this night.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

mundos mudos,da weasel

Ligo directo para a caixa de correio só para ouvir a tua voz,
Sei que é cena fora mas todo o dia chega a hora
em que o lado esquerdo chora quando se lembra de nós
A vida corre tranquila, cada vez menos reguila
meto guita de parte e a cabeça não vacila tanto
Para minha alegria e meu espanto
Pode ser que o passado fique por onde deve estar:
No pretérito imperfeito, já que não é mais-que- perfeito,
Este é um presente que eu aceito
Para atingir a tranquilidade
Que supostamente se atinge com a nossa idade

Cada vez que eu ligo tento deixar mensagem
mas acabo por nunca arranjar a coragem necessária
Gostava apenas de partilhar contigo o quotidiano habitual
Nada que se compare com as correrias
doutras alturas e doutros abismos
E já que falo por eufemismos
Gostava de dizer que ainda gosto bastante de ti...
A casa tá diferente, parece digna de gente
Dá gosto sentar no sofá com a tv pela frente
Comprei uma máquina de café
Xpto, bem bonita, azul bebé
Ocasionalmente cozinho e bebo o meu vinho
E esqueço o fumo que nos dava aquele quentinho
Hoje em dia é mais à base do ar condicionado
Condicionei a tentação num clima controlado

Quero que saibas que tou bem, sei que tu mais ou menos
Sempre gostaste de brincar em perigosos terrenos
Em relação a isso eu não sei o que fazer
E se calhar é por isso mesmo que acabo por não dizer que
a verdade é que a saudade do que passou
Não é mais que muita...
Mas por muita força que faça ela passa por saber que
te vivi... (baby..)
Tu deste tudo e eu joguei, arrisquei e perdi
Agora,
Muda o teu número, eu mudei o meu.

Muda o teu Mundo, eu mudei o meu.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Olá! Está aí alguém? - Jostein Gaarder


'- Quando duas pessoas se encontram e uma está de cabeça para baixo, não é assim tão fácil estabelecer qual das duas está do lado certo.'

krix,xtina,tininha,babas,mamas,folhados de queijo

fica comigo esta noite
“Acreditamos naquilo de que precisamos, não é? E acreditamos vinte, trinta, quarenta vezes, contra todas as evidências. "
Publicada por bárbara em 23:47 2 comentários


Depois há quem nos faça parar essa contagem,deixar de precisar. Porque o que precisamos é metade de nós,e há quem o dê,só para nós..essa metade.

pe

um beijinho cor de limão,ora acho que sim,ora acho que não

fa



não me foste ver, (então) desafinei-te ao ouvido.

'ten..eleven..we only need 10 000 more to open the volt'

0-2 0-3
que jogo contar? desculpa lá o mau jeito de apontar,sei que essa bola sempre correu de relva em relva e ocupavas-te demais para viver o jogo. quem? ninguém. dizia uma entendida qualquer que 'chega uma altura em que o autor deixa de escrever o que vive e manipula as personagens e escolhe o que elas sentem'. sentido? nenhum. confusão? toda.

por enquanto ainda não esgotei o meu cofre para começar a pôr lhe enfeites....

nill

Nunca senti o teu coração bater,encruzilhei-te. Tomasses outra estrada,faz-te bem. Amarelo,amarelo,amarelo sol,amarelo mar,amarelo céu. É de estar entre portas,se a abrir e sentir o vento,se sentir o sol,se sentir a necessidade constante de olhar pro chão (de mexer no bolso..),se metralhar palavras,se tiver que vasculhar a mochila pra ir buscar os óculos de sol... curo. Incapaz. E descobri o que me seduz : o diferente. Nunca é igual. Com ou sem imprevistos,com ou sem a sensação do que 'podia ter si..' e o período prolongado de reflexão,mesmo que de vem em quando com desilusão,sempre diferente. E a minha alimentação é à base da transformação da terceira pessoa (em qualquer dos números) em primeira pessoa do plural. E se não sinto esse vento e me fecho ao singular.. Z-E-R-O

tshh (amarfar papel) - plic (acertei no lixo)

hei-de te mandar vir aqui.. não esperava,nem foi instantaneo. processo as coisas devagar,encheu me de felicidade. acontece. magias iludem. depois da desilusão receber um papelinho teu,que brilhava de amarelo...há muito tempo que não 'pendurava' nas orelhas destas coisas compridas,e com estrelas? +.+ como o sol faz uma tarde,ou uma tarde um verão. Ainda nem comprei a tua prenda de natal,apesar de saber o que é,e surpreendes-me assim. As palavras caem directas demais e acho que não,que não te vou mandar aqui.




(apontamento)

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

06.12.2008

há dias mágicos. há dias que valem milhares. milhares? milhões!

sábado, 22 de novembro de 2008

fica escrito

Se um dia te cansares demais de correr,sabes que eu sempre te amei.
ma,bc - de roma a londres.

THERE WILL BE BLOOD

could you feel the love that night? like floating through the air.. not showing, afraid. but we felt it. we felt it when I couldn't sleep,when you fell asleep with my essence in your pillow. we didn't look not even once for the stars,that night. why do I spend my nights counting them now?

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

alfinete


não guardei todo o rasto de ti. nem me apercebi, pensei que tinha demasiado tempo para o fazer. fiquei sem tinta,sem papel,sem som,sem cor,sem imagem,sem sombra,sem matéria de ti. fiquei com dois dedos de paleio now and then que têm o poder mágico,único e exclusivo de me fazer feliz.67,contei e disse-te.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

mg

sentei-me na cama,remexi todas as memórias à procura dum rasto de papel..mas o quê? tenho muitas coisas digitais,de resto só momentos..posso-me gabar de isso ou lamentar apenas,prefiro ficar contente. tinha um peluche,que teve a sua história de encontro e desencontro,de que ficou só a sua argola e o seu lenço,é assim quando se confia demais.. nao havia bilhetes,nao havia nem uma fotografia..nem há..lembrei me de repente que poderia por milagre ter guardado o bilhete de cinema daquele filme seca,daquele filme que parecia que nunca mais acabava,daquele que foi o melhor filme da minha vida,mas nessa altura eu nao tinha o habito de guardar esse tipo de coisas,deve ter parado no lixo (não por desinteresse,porque naquela altura não valia). Ainda o vou procurar.. e depois há o desenho.. mas não é papel.. está guardado neste formato virtual que eu nao queria colar à minha caixa.. há ainda o que eu escrevi e desenhei,mas não está comigo,nem quero pedir,talvez peça não sei.. como pode restar quase nada físico do melhor quadrimestre de uma vida? como podem restar só memórias? é bom? gosto de pensar que sim. tenho o que vivi. isso ninguém me tira. muito menos parvos que nao dao valor a votos de confiança. mas gostava de poder ter pelo menos uma fotografia... { paciência.. }

sábado, 1 de novembro de 2008

eu,tu,ele,nós..

Quando cheguei não conhecia ninguém. Sentei-me e parti à descoberta. No início tinha muito medo, a voz enfraquecia, não dava espaço à liberdade de criação, ganhava a timidez que nunca tinha tido. Devagar o grupo ficou mais pequeno, as linhas mais definidas, os jogos com mais sentido, os impulsos com mais certeza, e começou... Laços enrodilhados, partilhas simples com cada um que no fim se transformam (e ainda se estão a transformar) em gigantes bolas de neve onde cabem histórias que durariam dias a contar, trouxemos e partilhámos emoções, rimos, houve até alturas em que rimos até nos doer mesmo, chorámos, criámos. A energia que agora é presença habitual e que cresce sempre mais um bocadinho, acabava de nascer. Um simples toque no ombro que me tornou diferente, uma ida à máquina comprar maltesers, um abraço, momentos de lá de fora, de fora do palco, fora 'de casa', gargalhadas particulares em que nos rimos até à exaustão e que quem não faz parte deste nosso núcleo não entende, o prazer disso, o prazer de saber que 'para a semana há ensaio outra vez', a definição de prioridades, a naturalidade com que se recusa um jantar, uma festa de anos ou uma saída e a custo que essa recusa perdeu, o compromisso, a terapia de sermos livres e felizes, de viver em palco, quais sejam os carregos que trazemos às costas (e por vezes não são poucos), a ânsia por um ensaio depois de dois meses de descanso, os gritos, a experiência, que ganhamos tanto no palco como na rua, na vida, a habituação às rotinas de todos e de cada um, às birras de uns (e nossas também) , ao vocabulário próprio de outros (o nosso pequeno segredo público),os dias em que saturamos ,os dias em que empancamos, os dias em que damos saltos enormes, as tardes,os bocados de tarde em que evoluímos, em que aprendemos mais sobre nós dependendo do espelho que são os outros, os filmes, as histórias que deviam ter sido filmadas, os momentos de êxtase, de riso, de barraca, de histórias que compiladas dariam um filme de apanhados absolutamente brutal, ou alturas em que nós somos apanhados despercebidos, toda a ternura, toda a batalha, toda a partilha, toda a vida. Uma lista infinita de justificações para chegar a uma festa depois dum ensaio e não me conseguir libertar do mesmo pensamento, da concentração nas pessoas com quem partilho um chão de linóleo, um mesmo chão mas com buracos, e de não querer deixar os dias em que os buracos estão destapados, do perigoso saber que eu não era a mesma sem tudo isto, da inquietação de não acreditar que uma amiga que passei a ganhar seja a mesma pessoa que eu conhecia desde pequena como a tia fixe da minha amiga, o aconchego de ter ganho mais uma melhor amiga, o inesperado de viver o irreal, de viver cenas de novela com algumas destas pessoas, na vida real e a cores, o empenho e entusiasmo que transparece de tal maneira que pessoas doutras cidades se disponham a vir cá de propósito para ver a peça tão desejada por nós. Tenho o privilégio de fazer parte deste grupo e nasceu deste projecto um resultado tão grandioso, tão bonito, que gostava de poder ter o prazer de me sentar numa cadeira e jogar do outro lado, ser a plateia, e ver o produto final. Toda a ideia que está por detrás do que trazemos ao palco não passa mais do que vivemos cada vez que descemos as escadas da Casa da Cultura e entramos na sala da Bonifrates, de todo um processo de criação pura. Quando cá cheguei não conhecia ninguém, agora todos os dias está comigo um bocadinho destas treze pessoas, e eu sou delas e elas minhas porque todos nós somos de quem gostar muito de nós. Vamos a ele!

Xinduá




Ps: nunca esquecer que ser 'mete nojo' não quer dizer que meta nojo .

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

trivalente

Reacções químicas - quem diria.. Para mim sempre foi um mistério.Por mexer,por tomar todas direcções que para nós são instintos,por tomar impulsos, como? como sem sentir? como sem pensar? se eu agora te dissesse que sou uma fonte de reacções químicas soava sensualmente cómico,e científico. Nunca pegaria numa caneta e me daria ao trabalho para apontar uma dúvida de ciências que ficou na cabeça. Nunca pegaria numa caneta e me daria ao trabalho para apontar a explicação dum dilema que me durou 7 anos (estimado). Peguei numa caneta e dei-me ao trabalho para explicar o reverso. Não de serem químicos os impulsos irracionais,mas sim os racionais. "Eu amo-te" - sem ligar a complicações eu diria que foi a substância x a reagir com a y resultando no composto w que me faria sentir a sensação a que me faria dizer isto. Claro que entraria num 'mas somos racionais','temos sentimentos' ou o escape da má vontade e/ou incompreensão : ' é subjectivo' ou 'depende do ponto de vista'. Tirando o último,resume-se às reacções,e abrange o último também. Descartes não sabia se podia acreditar no que os seus olhos viam,quando as coisas grandes pareciam pequenas ao longe...concluiu então que se pensava,existia. Se lhe fossem dizer que ele existia porque a substância x foi reagir com a y, resultando no composto w que o faria pensar,ele tinha chegado mesmo a enlouquecer. A sua conclusão salvou-o da loucura. As respostas salvam-nos. Um dia,vinte voltas,quinze suspiros,doze batidas com o pé, a inspirar dez vezes por segundo e o coração a bater depressa. Um sorriso,uma lágrima,um descanso,um reconforto,um desconforto. Mesmo que nos matem,as respostas salvam-nos. E,eu sei que quis ouvir a solução à minha pergunta,mas levou-me a duvidar. "eu quero","eu sei","eu gosto","eu sinto que","eu acho","eh pa não gosto disso" - x reage com y e dá w, ou a reage com b e da l ou o reage com f e da t. Será que temos mesmo controlo?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

ohei?

obrigada? não quero festejar. fomos burros. não gosto de pensar nos meus desperdícios. vá lá,tenta..até me deste razão...se há algo que nao desperdiço é um chão de madeira,e o pó da resina nos pés.. desisto a cada espelho que é colocado à minha frente,desisto a cada nota que é tocada num piano,desisto a cada pé mal esticado. A cada vez que roda a sala à minha volta e não tremos acho que evoluí. o que é evoluir aqui? senão um passo à frente entre mil atrás. é o que nos leva. passei a ter medo das luzes. passei a ganhar confiança. passei a ter medo do futuro. passei a duvidar das minhas incertezas. mas continuo. dói até. dói até rasgar. sonho. sonhos são prioridades. tenho medo. sou incapaz. troco-me. falho. muito,demais. mas agradeço cada sorriso e cada 'well done face',e levo a peito. eu sou eu,eu quero o que quero.
d-a-n-ç-a-r

« baah, muito sem silêncio para ficar decente, mas até está bonitinho »

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

sombras

papeis,bilhetes,bilhetinhos,partes de fotografias,pedaços de corpo,pulseiras esquecidas,caixote.
só faltará o mitico cão.

domingo, 26 de outubro de 2008

9..

"tu tens noção que a tua música preferida é uma em que ele diz 'numaro'?"

não mudei o meu.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

quando a serra troca as luzes

Embrulha-te,embrulha-te comigo pela noite dentro. Sabes voar? Vem dançar comigo até o Sol nascer..o mar desceu,a praia está deserta,a areia húmida não deixa os meus pés descalços sentir o chão. Há quanto tempo não sentes uma mão? Um abraço? - daqueles que não são dados por dar,que são precisos,que demoram,que (se) sentem -Não falemos disso. Saudades do pôr-do-sol,saudades de momentos bebidos a sério,em que vives a todos os segundos,nunca mais é Agosto...

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

'take my hand and we'll..' sab(ias) bem



Podes voar,podes querer ficar,queres-te soltar,vais acabar.Porque todo o sangue que em mim corre leva agora uma promessa... Não me ates,está aberta. Não lhe ponhas lixo.Não lhe cuspas. Dás-me a tua,fria,quente..agarra com força para eu não me perder. Até podemos correr. Podemos ser. Ou enlouquecer. Adianta a hora,atrasa o relógio. Sente os dedos,sente a pele,sente a textura.Tens a minha mão.

doctor who?

o suor pára-me. de estar quase. de poder estar quase. A felicidade de estar quase. A frustração de só estar quase.Quase's não chegam. Quase's chegam. Uma resposta, uma falha, um segundo, um olhar. Uma espera,uma esfera,um crer,um dar. Dá-me. Toma. Vai buscar. Vem trazer. Vai levar. Passa (para aí, para cá). Não perco tempo. Despacho-me. Engonho,fico-me pelo passar das horas. Tic. Tac. Tic. Tac. Tic. Tic. Tac. Devolve-me o tempo,traz-mo. Embrulha-o num papel bonito. Com um lacinho. E perde tempo.
põe-me a mão no ombro

às vezes ensinas-me...


Mal-me-quer,bem-me-quer,mal-me-quer,bem-me-quer,mal-me...rodeios. Ausência de frontalidade. Em vez de jogares assim,dá-lhe a flor.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Uma roca nao governa como uma espada (?)

sábado, 18 de outubro de 2008

David Mourão-Ferreira


Nós temos cinco sentidos:
são dois pares e meio de asas.


- Como quereis o equilíbrio?

red spark,scarf



Sentia de facto algo parado. A ausência de movimento perto,tudo se passava à volta,mãos a mexer,pessoas a andar,pó no ar. A luz era pouca,de lado sentia o brilho vermelho que reluzia.. As lantejoulas ofuscavam todo o lugar e todo o dia.Eu gostava. Embora a noção de ridiculo me desse um limite que eu sabia ter ultrapassado,continuei.No meio de toda aquela roda viva,pára,olha-me nos olhos e diz "que bonito,mesmo bonito.." esboçando o sorriso que eu passara a conhecer. A noite foi ganha.
Há sempre alguém para o qual ser ofuscado o leva a nós.

(foi algures no norte,num sítio onde só a caneta escrevia,no quinto dia)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

bang

Epifania é uma súbita sensação de realização ou compreensão da essência ou do significado de algo. O termo é usado nos sentidos filosófico e literal para indicar que alguém "encontrou a última peça do quebra-cabeças e agora consegue ver a imagem completa" do problema. O termo é aplicado quando um pensamento inspirado e iluminante acontece, que parece ser divino em natureza (este é o uso em língua inglesa, principalmente, como na expressão I just had an epiphany, o que indica que ocorreu um pensamento, naquele instante, que foi considerado único e inspirador, de uma natureza quase sobrenatural).

quarta-feira, 18 de junho de 2008

'...it depends on who's waiting on the other side'


-Quando era pequenino a minha mãe dizia me para, se me perdesse no parque,ficar no mesmo lugar, que assim ela me encontrava.
-E resultou?
-Não,perdeu se á minha procura.


(de 'My Blueberry Nights')

sábado, 17 de maio de 2008

para encerrar,eufemismos




Terei saudades de ti ou da inocência que tinha quando te conheci? Juro que 'obrigado' foi o melhor que poderia ouvir. Por dentro das notícias espalhadas,misturadas pelo empurraozinho de coragem que abismou,mesmo com todas as esperas de partir e de chegar neste carrossel breve do fim,tudo o que disseste foi,mas mesmo..,estou-te grata. também agradeci. Nunca houve nada para te perdoar,na minha ágil descoberta. Outrora uma terceira pessoa fez que eu ponderasse o quem da minha aprendizagem,aprendi com o melhor. Ensinas-te me a chegar,ensinas-te me a partir, e a rota gozei-a bem. Partilha,no sentido puro da palavra,porque só aqui,neste nosso lugar,tufo foi partilha e partilha foi mesmo.Sei que me posso sentar no banco dos réus por, por muito. Prefiro pensar que me tinhas mandado para lá se fosse esse mesmo o meu lugar. E ajudei terceiras a levantarem-se no seu maior pior em que me foi acusada de bom grado força que nao encontrava nem acreditava. Mas não seguirei o seu exemplo, demonstrarei que esta tua minha superioridade se destaca e vou fazer valer essas palavras em que me superaste à população em termos de carácter.Por todas as palavras encerradas num pedaço de papel agrafado que,leste?lerás? Tenho medo que me esqueças,tenho. Mas alguma vez esquecemos o que fomos? Alguma vez alguém se esquece de algo tao básico como andar de bicicleta, que é o céu. Sei que o meu medo é em vão pois o brilho daqueles mistérios que brilham no alto,te fazem lembrar-me. Te fazem lembrar o primeiro flash ambulante em que como se fosse o génio da lâmpada pediste um desejo. As estrelas cadentes realizam os desejos,acreditem,demore o que demorar,mas mesmo,juro. E foi esse o calor das tuas pulsações. O que fica para além do eco dos passos,da minha voz, é o nosso eco, que faz "ai" oito vezes na minha mente, que ouve e vê tudo o que foi,e tudo o que não foi. As coisas mais insignificantes são as que ficam mais,e pouco a pouco o puzzle encaixa. Só não podemos encaixa-lo à bruta,muito menos conseguir ver o puzzle feito. Perdi objectivos,ou melhor,a minha objectiva. Medos uns ganhei outros recuperei. Porque eu podia "ser", agora já tenho outra vez medo de o fazer, já nao tenho onde me segurar,tenho medo "ser",merda! Mas se já "era" e , sorria, agora tomo a liberdade que sempre tomei contra todos os 'contras' de acreditar em ti. "lol...não muda nada", por isso mesmo não esqueci nem lembrei,o que ficou ficou porque sim. O que não muda já foi alvo de uma aposta tua,que apostas-te a pior carta do baralho contra os melhores jogadores e com medo de perderes. No final,como sempre,eles faziam bluff a carta vingou e ganhaste. Só que todos os jogos acabam,e as cartas voltam para dentro do baralho. Neste vão de escadas,tudo o que ganhei.


Sim, sou especial,porque sou feliz.

Post - scriptum : Obrigada,se ganhei isto tudo,foi por ti. E não,não há nada a ressentir,o meu sorriso brilha com a mesma sinceradade e ainda te pertence. Só que o medo de perder,de falhar,e a vergonha, agora está deste lado. Quanto à pergunta que começa o texto? A resposta,é: tenho saudades de ambos,mais tuas.


Maio 2008


domingo, 13 de abril de 2008

regaste fora de prazo

Morro na tua fuga inesperada. Pensei que eras tu que me ias salvar da morte mas foste tu que me fizeste atirar para o meio da estrada. Hipoteticamente e ironicamente adequa-se. Querias que passasse para o outro lado da estrada,nao sabia que fazia parte ser atropelada pelo meio. Pensei que me salvavas e puxavas para o teu lado .Mas entras num quase orgulho que de orgulho nao é nada.Acho que abandonaste a rua,esteja de que lado estiver,simplesmente nao vale a pena.Faz valer. Faz valer a pena. Faz te valer a pena. Faz me valer a pena. Faz nos valer a pena.
abril 2008 - não morri

domingo, 30 de março de 2008

diferente quotidiano

A diferença está que cada dia aprendemos algo novo sobre nós. Não há que falar por meios escondidos,nao há que dizer mais do que o fundamental. Não existe um topo,muito menos um fundo. Não se trata de mais ou de menos,embora no conhecimento proprio de ser seria mais. Não se mede,mas essa conclusao ja foi tirada há bastante.Mas qual é a diferença? Será que perco por ter menos tempo partilhado sem ser no patamar agora vivido,acho que ganho até. A diferença em que ganhamos é que cada dia aprendemos algo novo sobre nós,e nunca vamos deixar de o fazer,porque pouco sabemos ainda. E venham me dizer que é sempre assim,que foi assim,que nao se trata de uma mera tentativa de confundir pensamentos e virá-los para a ideia que quero transmitir.Podem dizer,podem falar,convencer tudo e todos que é assim. Mas não é. Claro que sempre é assim, mas de uma maneira muito minuciosa,ao que agora é grandiosa. Nunca se esgota o conhecimento,e falamos dele como e estivessemos a falar de inteligência quando se falar de amor. A diferença é que todos os dias há mais, foi isso que outrora falhou talvez. Mas não é a falha passada que interessa,é passado isso mesmo, e nao deixará de o ser. Mas é a grande diferença com que digo que sim ganho todos os dias.
Contigo.
Março/Abril 2008

sábado, 8 de março de 2008

-Tu olharás, de noite, as estrelas. A minha não aparece sempre tu sabes,viajante.É melhor assim, a minha estrela será então qualquer das estrelas. Gostarás de olhar todas elas... Serão, todas, tuas amigas. E depois, eu vou fazer-te um presente...E sorri outra vez.
- Ah! meu pedacinho de gente, meu amor, como eu gosto de ouvir esse riso!
- Pois é ele o meu presente...Tu,terás estrelas como ninguém...
- Que queres dizer?
- Quando olhares o céu de noite, porque habitarei uma delas, porque numa delas estarei sorrindo, então será como se todas as estrelas sorrisem para ti! E tu terás estrelas que sabem sorrir!E sorri mais uma vez.
- E quando te tiveres consolado (a gente sempre se consola), tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E abrirás às vezes a janela à toa, por gosto... E teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: "Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!" E eles te julgarão maluco. É o nosso segredo.E ri de novo.
- Será bonito, sabes? Eu também olharei as estrelas. Todas as estrelas serão um abraço amigo. Todas as estrelas me darão a mão com esse calor...
Ele calou-se....

«em nossa honra ~ data »
O príncipezinho - Antoine Saint Exupéry

sábado, 2 de fevereiro de 2008

senti a tua bochecha ao de leve,tinha a cara gelada e esse teu beijinho quente fez-me sentir bem, segura.senti mais a tua bochecha que o teu beijinho, mas gostei.quando te afastaste olhaste-me nos olhos. estremeciprimeiro nao tinhas sido capaz, mas respiraste fundo e o teu olhar tocou no meu. nao foram precisas palavras"pela primeira vez, posso garantir que vi uns olhos mais bonitos que o olhar". havia qualquer coisa no olhar...os olhos brilhavam,mas tinhas medo.quase que posso jurar que vi algo brilhante no canto do teu olho, mas suponho que isso nao conte, pode ter sido apenas a minha imaginaçao,eu nao quero exagerar.mas terias medo de verdade? logo tu? o heroi perfeito?nao,nao és o heroi perfeito.so nao me sinto é segura.e isso é sempre bom. parece que me proteges e isso é reconfortante.tu é que nao me das segurançaainda te lembras de como nos conhecemos? eu nao.eu nao?eu sim,lembro me bem,estavas chateado.com que? ainda te lembras? e do primeiro sorriso que te derigi? ainda te lembras?lembro me do que disseste. e tu? tu lembraste, acho que assim sorriso, ou o imaginei,ou só mesmo um. Talvez nao houvesse por medo. mas o meu tu viste, sorrio todos os dias.um sorriso perfeito, devo dizer-te,o que te disse exactamente? para nao teres medo?mas eu nao tenho medo, tu é que tens medo. mas, achas que tenho medo de que exactamente?nao sei.de nada

Mariana Alves & Sílvia Andrade

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

re-definições

Risquei tudo, todas as vezes que tentei iniciar o texto,tudo. Não conseguia escrever bem(no sentido do desenho das letras),quase tropeçei nos degraus das escadas,concentração?nenhuma.Nunca senti tanta saudade,estando tão perto.Nunca tinha ficado sem palavras,por tudo,por tanto,nunca assim.Saudades,estás ao meu lado,mas só..(como digo?) fisicamente.Gostava que mudasse,quero o teu abraço,por vezes vale mais, sabes? É tudo ao mesmo tempo, revelações inesperadas que, desencadeam momentos,emoçoes(nem por isso agradaveis,nem tudo). É ver pessoas a caírem nos mesmo erros,ver tudo a passar à frente,ver mais e viver menos.Só queria parar e..nem sei o que queria a seguir.Passo mais tempo com a guitarra,posso até tocar a mesma música cem vezes,nao a ouvir,não a tocar,a abstrairme, é a cura,mesmo.E até sei porquê,nao só pela cura,mas porque me aproxima das rodinhas,canções,abraços,e aí lembro me da saudade....quero,preciso,rogo por Mocamfe (infinto e único,a palavra só por si diz tudo).
(with the darkest night,comes the brightest light..)

Quem me conhece de perto,está aqui mesmo juntinho ao coração(que pirosa),sabe quem sou, e? e nada mais que isso,chega,porque implica tudo o resto,na posse da verdade nao ouvem palavras desnecessárias de quem nao sabe o que diz. Isso basta-me.O ar que respiro,o meu sorriso,os meus pulos de alegria,são tudo isso. E por cima de todos os problemas,embora tendo dias maus,indo abaixo,viverei como EU sou. Rasurando tudo e por cima "escrever" um sorriso,vendo o lado luminoso(que poetico),levando os defeitos como se fossem qualidades menores(admitindo-os e bricando com eles), dando tudo por uma gargalhada, e o resto quem importa sabe ;D E por cima de todos os problemas,embora tendo dias maus,indo abaixo,viverei como EU sou. Rasurando tudo e por cima "escrever" um sorriso,vendo o lado luminoso(que poetico),levando as falhas como um motivo para crescer(faço me entender?), dando tudo por uma gargalhada, e o resto quem importa sabe ;D Voltando ao Mocamfe,na última noite, quando o Flores me entregou o papelinho do óscar li : "Em nós mora um sorriso ternurento." acho que chega,nao chega?
Para sempre, Mariana Alves.


Fevereiro 2008

P.s : o texto está integralmente como foi escrito na data referida. atenção : fevereiro é diferente de outubro (de 2008), oito meses de diferença..talvez não baste para o recado estar dado..acima está um texto de um dia a seguir com uma mecânica diferente ( um texto a sério,um que segue o protocolo habitual do que a minha caneta escreve). Num dia complicado as metáforas não são lembradas,vejam talvez como um desabafo,ou um arquivo secundário que está cá suplementar. para ser sincera,desgosto dele.