sábado, 2 de fevereiro de 2008

senti a tua bochecha ao de leve,tinha a cara gelada e esse teu beijinho quente fez-me sentir bem, segura.senti mais a tua bochecha que o teu beijinho, mas gostei.quando te afastaste olhaste-me nos olhos. estremeciprimeiro nao tinhas sido capaz, mas respiraste fundo e o teu olhar tocou no meu. nao foram precisas palavras"pela primeira vez, posso garantir que vi uns olhos mais bonitos que o olhar". havia qualquer coisa no olhar...os olhos brilhavam,mas tinhas medo.quase que posso jurar que vi algo brilhante no canto do teu olho, mas suponho que isso nao conte, pode ter sido apenas a minha imaginaçao,eu nao quero exagerar.mas terias medo de verdade? logo tu? o heroi perfeito?nao,nao és o heroi perfeito.so nao me sinto é segura.e isso é sempre bom. parece que me proteges e isso é reconfortante.tu é que nao me das segurançaainda te lembras de como nos conhecemos? eu nao.eu nao?eu sim,lembro me bem,estavas chateado.com que? ainda te lembras? e do primeiro sorriso que te derigi? ainda te lembras?lembro me do que disseste. e tu? tu lembraste, acho que assim sorriso, ou o imaginei,ou só mesmo um. Talvez nao houvesse por medo. mas o meu tu viste, sorrio todos os dias.um sorriso perfeito, devo dizer-te,o que te disse exactamente? para nao teres medo?mas eu nao tenho medo, tu é que tens medo. mas, achas que tenho medo de que exactamente?nao sei.de nada

Mariana Alves & Sílvia Andrade

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

re-definições

Risquei tudo, todas as vezes que tentei iniciar o texto,tudo. Não conseguia escrever bem(no sentido do desenho das letras),quase tropeçei nos degraus das escadas,concentração?nenhuma.Nunca senti tanta saudade,estando tão perto.Nunca tinha ficado sem palavras,por tudo,por tanto,nunca assim.Saudades,estás ao meu lado,mas só..(como digo?) fisicamente.Gostava que mudasse,quero o teu abraço,por vezes vale mais, sabes? É tudo ao mesmo tempo, revelações inesperadas que, desencadeam momentos,emoçoes(nem por isso agradaveis,nem tudo). É ver pessoas a caírem nos mesmo erros,ver tudo a passar à frente,ver mais e viver menos.Só queria parar e..nem sei o que queria a seguir.Passo mais tempo com a guitarra,posso até tocar a mesma música cem vezes,nao a ouvir,não a tocar,a abstrairme, é a cura,mesmo.E até sei porquê,nao só pela cura,mas porque me aproxima das rodinhas,canções,abraços,e aí lembro me da saudade....quero,preciso,rogo por Mocamfe (infinto e único,a palavra só por si diz tudo).
(with the darkest night,comes the brightest light..)

Quem me conhece de perto,está aqui mesmo juntinho ao coração(que pirosa),sabe quem sou, e? e nada mais que isso,chega,porque implica tudo o resto,na posse da verdade nao ouvem palavras desnecessárias de quem nao sabe o que diz. Isso basta-me.O ar que respiro,o meu sorriso,os meus pulos de alegria,são tudo isso. E por cima de todos os problemas,embora tendo dias maus,indo abaixo,viverei como EU sou. Rasurando tudo e por cima "escrever" um sorriso,vendo o lado luminoso(que poetico),levando os defeitos como se fossem qualidades menores(admitindo-os e bricando com eles), dando tudo por uma gargalhada, e o resto quem importa sabe ;D E por cima de todos os problemas,embora tendo dias maus,indo abaixo,viverei como EU sou. Rasurando tudo e por cima "escrever" um sorriso,vendo o lado luminoso(que poetico),levando as falhas como um motivo para crescer(faço me entender?), dando tudo por uma gargalhada, e o resto quem importa sabe ;D Voltando ao Mocamfe,na última noite, quando o Flores me entregou o papelinho do óscar li : "Em nós mora um sorriso ternurento." acho que chega,nao chega?
Para sempre, Mariana Alves.


Fevereiro 2008

P.s : o texto está integralmente como foi escrito na data referida. atenção : fevereiro é diferente de outubro (de 2008), oito meses de diferença..talvez não baste para o recado estar dado..acima está um texto de um dia a seguir com uma mecânica diferente ( um texto a sério,um que segue o protocolo habitual do que a minha caneta escreve). Num dia complicado as metáforas não são lembradas,vejam talvez como um desabafo,ou um arquivo secundário que está cá suplementar. para ser sincera,desgosto dele.