sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Afinal foi só há vinte dias a última vez que escrevi....

terça-feira, 9 de novembro de 2010

hoje comecei o ginásio!

Por muito que se resmungue, que dê dor de cabeça, sabe bem ter quem nos acorde a meio da noite.

hoje comecei o ginásio!

Por muito que se resmungue, que dê dor de cabeça, sabe bem ter quem nos acorde a meio da noite.

domingo, 7 de novembro de 2010





I can't breathe but I feel...
Good enough,

I feel good enough for you.

-


sábado, 6 de novembro de 2010

report

Entretanto o gráfico teve alterações até voltar a um sítio parecido, por diferentes motivos. Antes desse post alguém fez anos e proporcionou uma boa noite e bons momentos que quis escrever mas não o fiz. E um teste correu mal e podia ter corrido bem. Pouco depois desse post tomei um bom café, muito bom café (e conversa) e fui revisitar uma amiga que não via há muito tempo ao queimódromo. Gostei da independência dessa noite. Depois disso e até ao post a seguir a este, eu quis escrever vários mas nunca tive a inspiração ou lata ou tempo suficiente. Passei uma boa semana em casa da minha avó, a ir a pé para a escola, e a poder chegar às oito a casa, porque na parvónia isso é mais difícil. E foi uma semana bem acompanhada. Descobri que afinal há pessoas dispostas a pagar um táxi. Tive uma boa noite a passar música,uma sexta feira. Depois passei dois dias inteiros em casa e ia me suicidando de tédio. Constatei que só certas coisas só resultaram até agora em feriados. Mas não pode ser assim! Depois foi outra vez dia sim dia não a mandar bitaites e chatice. Reflecte-se um bocadinho uma sexta, e não fica resolvido. Discute-se e reflecte-se um bocadão num sábado, e no espaço de tempo de voltar a casa, jantar, e ir para uma festa ( que também devo salientar a diversão da companhia), volta a não ficar resolvido. E aí fala-se mais um bocadinho, e fica mais por falar. E questionam-se coisas proibidas. E faz se cara feia e não é tomada em conta. E duas semanas ditas atípicas ficarão para continuar sem estar resolvido. E não sou de me conformar, nem me deixam. E não sei concluir o post. Mas quis contextualizar. Porque foram inúmeros os momentos com vontade de escrever, o perfeccionismo talvez tenha sido o culpado de não o ter feito.

sábado, 23 de outubro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010

novos espectáculos


Dias 22 e 29 de Outubro e 5 e 12 de Novembro, às 21h30 na Casa da Cultura

sábado, 16 de outubro de 2010

infelizmente, desta vez nem os entendedores assíduos conseguiram decifrar

Curioso, na imagem do post de ontem não havia sábado. É preciso chegar alguém de comboio para me fazer sair na tarde de um sábado sem planear. Sem planear e a variar. Não que eu queira variar, mas é verdade que sabem bem os espaços nossos. E há muitos sábados que não saía 'sozinha'. Ou se calhar não são assim tantos. À noite sair também e rever quem queria, embora tivesse que rever muita gente que dispensava, mas isso é outro tema : o tema da cidade pequena ; não interessa. 'É difícil? ' Uma pergunta dentro do café. Ao responder lembrei-me de nessa mesma tarde lidar com mais uma das componentes desse semblante difícil. Mas difícil só às vezes, acrescentei. E ainda não ter saído desse ciclo vicioso, que parece não ter fim e corrói a saúde de uma(duas?) história(s). Queria deixar esse círculo, passar a outro gráfico, sempre no primeiro quadrante e com rectas com pouco declive. Mas tango dança-se a dois, e não é só culpa de um se pisar o outro. Pisar.

1- se fosse entrelaçá-los tinha mais piada
3- penso que há algum tempo que não...(v.tr: tentar)
10- melhorar, alinhas?

Não ficou nada do que eu queria isto. Mas espero que se entenda que contém 3 pessoas, três histórias : duas trazendo algo que fazia falta (cada com o seu) e uma voltando a trazer algo em excesso. Mas agradeço à rapariga e ao rapaz (que fez este e faz vários) que fizeram deste um bom sábado, e aos restantes importantes presentes. Talvez com menos paleio conseguisse dizer o mesmo, sobre tudo :

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

domingo, 10 de outubro de 2010

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

'Nao chores! As lágrimas não te deixarão ver a beleza das coisas simples.'
- um dia confesso o resto

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

define-me

terça-feira, 5 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

U2 360º COIMBRA

Sometimes you can't make it
The best you can do is to fake it
Sometimes you can't make it on your own

sábado, 2 de outubro de 2010

Eat, Pray, Love - Elizabeth Gilbert

"You need to learn how to select your thoughts just the same way you select your clothes every day. This is a power you can cultivate. If you want to control things in your life so bad, work on the mind. That's the only thing you should be trying to control."
"People think a soul mate is your perfect fit, and that's what everyone wants. But a true soul mate is a mirror, the person who shows you everything that is holding you back, the person who brings you to your own attention so you can change your life. "

(!) : rir-se-ia, se estivesse cá um confidente

São muitas voltas em pouco tempo. E para não dar parte fraca, para não ter que perder tempo em assuntos chatos, deixamos de ter coragem para o confessar a
quem mais confiamos. Quando nos sentimos fora de um círculo, quando é difícil de entrar, quando já não temos certezas qual é o nosso, quando não ajudam. Quando
parece que deixámos de ter trunfos. Quando parecemos fracos. E não parece haver tempo para dar o salto. Achamos que perdemos tempo. Quando decidimos ter coragem para escrever sobre nós e não sobre alguém. Gostava de poder escrever isto noutra altura, não agora. Aproveitar os limões, as maçãs, e guardar essas voltas (minhas), essas dúvidas, quando tiver que plantar um jardim novo. Também gostava de admitir e falar disso, mas pelo que disse no início, fica a pista aqui. Se for tomada em conta, melhor. Se for ignorada, paciência.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Se há dias muito mexidos, por emoções, surpreendem-nos aqueles que no meio de muita chatice, nos trazem antes de dormir uma memória boa. A memória só existe por existir o esquecimento. Há momentos guardados nela que nos fogem, mas quando nos lembramos deles, oh...é tal e qual quando um grupo de amigos se junta e recorda uma das suas farras...como sabe bem. E gostamos de o fazer porque comparamos essas situações com o presente. O que éramos, o que somos, o que pensavamos, o que sentíamos.A memória de um início, de um marco. E senti-lo sendo alguém alterado (não mudado, alterado). E depois, mais à noitinha, uma segunda memória completamente diferente, mas também de um começo, não imposta pela referência que alguém nos deu, mas pelo lugar onde voltamos e nos vemos com as mesmas pessoas, dois anos depois, completamente diferentes. Mas voltando à primeira , faz lembrar o título de uma canção. 'Recebi o teu bilhete,para ir ter ao jardim...'

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

full house

e esteve cheia a casa, sim.

domingo, 19 de setembro de 2010

lesson 1

inscrições

Velhos amigos. Amigas melhor dizendo. Um telefonema, um pedido, um contrato. Para dar o salto, ou tentar dar o salto. Mesmo achando que não vale nada a pena. (tal como acho que não vale deixar escrito...)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Ricardo Araújo Pereira

Eu sou sincero: não aprecio sinceridade

Talvez o leitor já tenha reparado num flagelo que assola a sociedade portuguesa. É o flagelo da sinceridade. Há um número alarmante de pessoas para quem a sinceridade é um atributo estimável. Tanto que, ao que tenho testemunhado com cada vez maior frequência, anunciam a despropósito e sem pudor a sua própria sinceridade, normalmente antes de uma observação desagradável. Funciona assim: "Eu sou sincero: essa camisa fica-lhe mal." Como é evidente, o proprietário da camisa fica duplamente amesquinhado: não só está mal vestido como se encontra junto de uma pessoa sincera. Os nossos defeitos parecem ainda piores quando estamos na presença de alguém que é tão obviamente virtuoso. As pessoas com quem me dou sabem bem o que é carregar esse fardo.

É interessante reparar no modo como o autor deste tipo de frase é, em geral, atormentado pela sua própria nobreza de caráter. Outras pessoas teriam a desonestidade de elogiar aquela camisa, ou fariam um silêncio igualmente condenável. O sincero não pode, uma vez que é sincero. Não é desagradável, nem impertinente, nem descortês. É sincero. No fundo, o que está a dizer é: "Não há nada a fazer. Eu bem me esforço para não ser tão moralmente irrepreensível, mas não consigo. É a mais elevada dignidade que me obriga a dizer-te que tens mau gosto."

No entanto, tenho dificuldade em entender que ser sincero seja uma qualidade. Dizer o que se pensa não tem nada de admirável. Penso eu. É fácil (e todos sabemos que o caminho para a virtude é intrincado), revela sobranceria (que têm as minhas opiniões de tão especial para que eu me sinta no dever de as comunicar aos outros?), e é muitas vezes desagradável (os meus pensamentos são, na esmagadora maioria das vezes, de uma inconveniência assinalável). Creio, aliás, que a vida em sociedade se baseia precisamente na nossa maravilhosa capacidade de não revelar o que pensamos. Sim, eu acho que determinada senhora é gorda, mas não lho vou dizer ­ sobretudo se ela mo perguntar. Claro que o odor corporal de certo indivíduo é desagradável, mas ninguém me convence que eu serei uma pessoa melhor se lhe disser: "Eu sou sincero: o senhor cheira a táxi."

O problema, creio, é que a nossa sociedade está erradamente convencida de que a autenticidade é um valor que se deve prezar. "Sê tu mesmo", ouvimos a toda a hora. "Tu deves ser igual a si próprio", dizem-nos também. São, como é óbvio, maus conselhos. Vamos tentar ser um pouco melhores que isso, digo eu. Só se eu fosse parvo é que seria igual a mim próprio. Trata-se de um caminho que não me levaria a lado nenhum. Por que razão devo ser eu mesmo se, com algum empenho, posso tentar ser uma pessoa decente? Não me choca que Shakespeare e Bach tenham passado pela vida a tentar ser eles mesmos, mas é melhor para o mundo que eu e, por exemplo, Charles Manson, tentemos ser diferentes de nós próprios.

Eu sou sincero: vou continuar a ser dissimulado.

uma vez, duas vezes, qual a próxima?

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

esqueci me de postar - 14 de julho

Routine is tricky. There is a moment when you break it and you feel free. And you make memories.
Then there is always the moment when you have to come back and you cry while saying goodbye.
In the way home, you start missing that freedom. You still miss it in the first two weeks.
Then routine comes again entering in your veins and then you star forgetting that you miss what you have!You stop thinking about it. Maybe you'll think about your great time once a week.
Three months passed, I'm glad I sneaked into my folders of photos and went to look at the ones from there... Oh, how I miss that. The freedom. The people. I miss Ben, I miss Sarah, Celia, Randy, Jacob. I miss Vivian and Ian. I miss Andrew and Alicia, and Alex! Oh, and Cathy! I miss our conversations, the way you all live, I think I miss that kind of happiness.We have our kind too, but we're not happy so often. I miss Jamba Juice! Ben's Car and Ben driving! I miss the radio of the van.I don't miss rootbeer yet because I still have some cans and some candys! Thank you Celia! I miss being me, and specially, being that free.Yep, that's all. A bit boring text only to tell you that even with routine making me forget all that, I miss santa clara a lot.
Kisses for all of you guys! Santinho!

P.s 1: pardon me for any spelling errors, some because of my english, some because of the fast typing
P.s.2 : I forgot to say I miss deep fried oreos

Meeriana

sábado, 11 de setembro de 2010

josé mário branco

e cá dentro inquietação, inquietação

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

este ano vai ser diferente

por mais montanhas que ergas.....

ahahahahahah

vai durando man

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

toujours là, encore me prendre de temps en temps

castelo de montemor 010

a foto não é no castelo

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

parte dois - por eça de queirós

" - A instrução para uma criança não é recitar Tityre, tu patuloe recubans... É saber factos, noções, coisas úteis, cousas práticas....
(...)
- Qual clássicos! O primeiro dever do homem é viver. E para isso é necessário ser são e ser forte. Toda a educação sensata consiste nisto: criar a saúde, a força e os seus hábitos, desenvolver exclusivamente o animal, armá-lo de uma grande superioridade física. Tal qual como se não tivesse alma. A alma vem depois... A alma é outro luxo. É um luxo de gente grande..." Os Maias
Diria Agustina que 'a alma é um vício'. Também sei ler.

parte 1 - por mariana alves

Lugares comuns, admito. Não és o teu trabalho, não és a tua casa. Não és o que dizes por vezes também, não és os teus amigos nem o que trazes na carteira. Gostavas de por vezes não seres o que fazes. És o que sabes? Ou melhor, o que não sabes? Não. Podia primar por impressionar, serei mais se citar clássicos? Se publicar críticas à sociedade? Se calhar apenas não faço o erro de opinar sobre o que não sei, se calhar é mais valiosa uma pérola, assim dita, de vez em quando, oportuna, do que semana sim semana não vomitar pérolas, que nem uma ostra. Será assim tão menor a prática? O que sabemos com as mãos, com o corpo? A arte, de fazer a arte? Ou mesmo de a tentar?

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A última celebração foi sem pressa, discreta. Passou por nós quase sem nos tocar. Um esquecimento que resultou num suspiro surpreendido, naquela manhã, clara e serena, q.b silenciosa. Era um dia ... importante? especial vá, ou pelo menos um daqueles dias em que pegamos no lápis e desenhamos mais um pauzinho na parede. É sempre bom. Dessa última vez achaste 'o número seis esteticamente mais interessante'. Parece que a mão cheia foi mais esteticamente celebrada, com menos sono pelo menos. Com mais certezas, isso sim, com mais certezas (ironicamente). Não vou anexar a imagem dum dedo, mas podia. Achei sem sal esta última festa. Não sei se foi por ser tipo um cãozinho, que ladra muito, mas como não morde depois vai pedir biscoitos ou se por desta vez ser só mais um pauzinho, um pauzinho a medo, a medo da mudança, a medo do espaço, do tempo que pode (não) haver, da rotina será? De por não haver esse tempo deixar de fazer parte de 90% dos passos que seguia. Passar a fazer parte de menos. E não querer deixar que isso aconteça. Não sei se foi por ouvir menos do que horas atrás, numa fita triste mas devida. Uma mão cheia, agora com mais um dedo, que quer que outro dedo o acompanhe, não na ideia de daqui a um mês (embora nesse sentido queira mais mãos, conta-me se também o desejas) mas de um dedo que o agarre hoje.
Meia noite,tan tan taran, já está.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

pe

Sabem bem um beijo vindo de outro continente, sabe bem ouvir as notícias de longe, sabe bem reportar o que nos transforma deste lado. E eu há um ano comprei um bilhete para ti, meu estupor, devias ir ver o concerto connosco. Sabe bem ter saudades, faz nos sentir vivos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

surprises

Tudo é absoluto quando é, e relativo depois. E tudo assim se repete. Mas o que não costumava acontecer era não ser eu a única a ficar surpresa. Normalmente comentaria que a descoberta me deixara contente, mas nunca ouviria o retorno. O 'já vou com a tua cara'. O 'ainda bem que vieste'. No fundo, é a história das impressões ao longe, sem falar, sem conhecer, sem tentar. E da confiança que não se tem e sem pensar se quebra o respeito, das coisas que se fazem sem bater primeiro à porta, sem querer saber. E foi preciso repetir a história, um amor para nos odiarmos, outro para nos surpreendermos. E sempre tão perto. No fundo, algo deve haver de semelhante,para chegar sempre tão perto, de dois lados diferentes (um que correu mal, outro que corre bem), para dar nestes encontros e a semelhança tanto causa conflito como abertura. Este post não é nada discreto, mas deve à discrição do seu destinatário. Talvez se não tivesse apanhado certas discriçoes, em certas tardes de primavera, não estaria a ser assim escrito, ou não seria escrito de todo. Mas foi,mas foi.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

aveiro regional

conhecer terriolas 2

domingo, 29 de agosto de 2010

one republic

I need another story,
something to get off my chest

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Depositar mais uma chave para guardar. Estar lá. Há momentos que são importantes demais para serem partilhados com mais que uma pessoa. Ou então crimes graves demais em que só recorremos ao nosso único cúmplice. É como fumo, que pelo ar desvanece, e só fica marcado nos pulmões. Às vezes há papéis mais importantes que o de cara metade. Os ombros, os braços direitos. Os cúmplices também. Não sei o que prefiro ser. Sei o que hoje preferi.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

manual de sobrevivência

'Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso'

shakespeare

sábado, 7 de agosto de 2010

parabéns, pela primeira vez "

Todos crescemos. Podes até não ter o que os outros têm. Aliás é mesmo isso, teres outra coisa. E as pessoas demoram a habituar-se a isso. Por vezes essa demora é grande, outras pequena. Podes guerrear quatro anos e acabar por descansar mesmo sem as tréguas feitas. E depois voltas-te a cruzar, completamente ao acaso, com o inimigo ; mas cresceste, e principalmente, conhece-lo melhor que ninguém. Podes não ter o que os outros têm, não partilhar as festas, almoços , não fazer parte de, não usar aquela palavra começada por A que por vezes chamamos às pessoas erradas. Mas sabes que dentro de esses todos, és tu a detentora, e com imensa graça, do knowhow, das bases. Sempre com a distância bem medida. Admito, gabo-me disso. Só para mim. De poder usufruir então de gargalhadas bem medidas. E ter certas surpresas. Personagem…. E gabo-me de e por ter sido a pior inimiga, a mais guerreada, e ser a única que ficou agora. Quem ri por último ri melhor.

the best mirror is an old friend

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

DN Artes

Curta metragem rodada em Coimbra vence no 'Avanca'

A curta metragem 'Hepicat', rodada em Coimbra pelo realizador Nuno Portugal e contando com um elenco em grande parte oriundo da cidade, conquistou o prémio para o melhor 'trailer' na edição deste ano do Festival de Cinema de Avanca.

'...conta a história do relacionamento que se estabelece entre uma adolescente portuguesa (personagem desempenhada por Mariana Alves)...'

quarta-feira, 4 de agosto de 2010


Uma mão cheia já. Não só do que marca a data. Sobre a sensação agradável de não estar a contar com ela, ou sobre batalhas que ainda não estagnaram a 100%, fica para depois.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

gostosão

You know it's nothing new
Bad news never had good timing
But then the circle of your friends
Will defend the silver lining

sábado, 31 de julho de 2010

heros? heros kiss away the pain

Hoje não tive perguntas. Não tive de dizer nada. Achei que ia ser o primeiro dia, então, a sonhar com outra coisa. O primeiro dia sem aperto. O primeiro dia a caminhar para o dia em que se põe a pedra sobre o chão. A pedra que faltava cobrir no chão, a pedra que caiu do castelo. Umas das do fundo. Fazem cair as de cima. Ou tremer. Porque é que alguém faz um buraco, e somos nós que temos que o tapar? Já me perdi. Ah, achava que ia ser então o primeiro dia em que esse bichinho ia caminhar no meu bolso sem me morder. E que a partir daí, gradualmente ele se ia fartar de mim. Achava que ia ser o primeiro dia sem isso.

Não foi.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Goodbye Lenin!

Alexander Kerner: On the evening of October 7, 1989 several hundred people got together for some evening exercise and marched for the right to go for walks without the Berlin Wall getting in their way.

sábado, 10 de julho de 2010

optimus alive 2010


Stay with me,..
Let’s just breathe.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

afinal,lutar contra isso até pode valer a pena

Não se tira um chupa chupa da boca de um miúdo. E os miúdos nem são exigentes. Gostam das coisas simples. Mas de pequenos, se não lhe damos um mimo todos os dias acham que já não gostamos deles. Não os podemos culpar, pois só mais crescidos, tomamos as coisas por garantidas. Como o principezinho cuidava da sua flor, se não partilharmos o nosso bolo com o puto, já não gostamos dele. E quando somos pequenos basta gostar do mesmo bolo para sermos amigos. Quando crescemos fechamos portas, ou deixamos de as abrir tão facilmente. Mas se for no jogo do esconde esconde, se for sempre o mesmo a ir à procura e o mesmo a esconder-se, o primeiro vai-se cansar, e o jogo deixa de ter piada. Para o que se esconde é sempre divertido. Se tomamos por garantido que a pessoa espera encontrarnos podemos ter uma surpresa e ela desistir de nos procurar. Mas para lutar contra isso, corremos o risco de tentar encontrar a que se esconde mas ela se ter ido embora.

terça-feira, 4 de maio de 2010

O dois (2) é o número natural que segue o um e precede o três. Dois é um bom número na cultura da China. Há um provérbio chinês que diz que "boas coisas vêm em pares".

sábado, 24 de abril de 2010

Já me tinha perguntado quem era eu fora do meu contexto. O que eu era eu sem a minha escola, os meus pais, os meus amigos, os meus amores. Sem ter os assuntos comuns que costumava usar para quebrar o gelo, sobre a cidade, sobre a materia, ou sobre alguem conhecido. Quem era eu so por mim, sem todos esses enfeites. Tive uma oportunidade de o saber. Cá estou eu, sem nenhuma dessas coisas adjuntas. Adjuntas mas que me fazem falta, atenção. E fui surpreendida. Nao era o que esperava, embora nao esperasse nada de concreto. Nao era a ideia que tinha minha dentro do meu contexto. E acredito que nao seja mesmo. Mas eu so tenho mesmo, ou só sou mesmo, aquilo que consigo trazer comigo (como bagagem), quando nao trago mais nada sem ser uma mala com roupa.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

my american family

Come back day 27/7

domingo, 18 de abril de 2010

san francisco car view

Por esta hora estaria eu a partir no aviao, afinal ca fiquei, a natureza tem destas coisas.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

sábado, 10 de abril de 2010

rootbeer float

delicioooous!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

san francisco airport

E aqui chego, depois de uma viagem cansativa, de quase um dia, sem fazer ideia do que me espera.

terça-feira, 6 de abril de 2010


... destino que nos amarra, por mais que seja negado às cordas de uma guitarra...

domingo, 4 de abril de 2010

Olá ( Cá estamos nós outra vez)

quero reconhecer-te
e beber um café
dizer-te de onde venho
e perguntar-te porque
sorrir-te cá do fundo
e subir os degraus
eu quero dar-te um beijo
a cinquenta e tal graus

jorge palma
O regresso é sempre mais chato que a partida, principalmente as viagens de avião. Porque de resto, já estava com o bichinho de voltar. E quinta lá vou eu outra vez. É bom sair e refrescar a cabeça, mas também é quando voltas que vês que deixaste aqui tanto, e não tens tempo até quinta de matar saudades de tudo, e que às vezes quem menos esperavas te quer dar um beijo antes de ires, e que quem esperas principalmente está quase a ir para perto de ti, que tanto senti falta nesta semana. É chato comemorar um aniversário sem poder dar os parabéns pessoalmente. Principalmente de um aniversariante tão importante. Também é chato ainda não ter as fotos da viagem, porque a organizar estes posts ficam uns em falta. O que não é chato é que a contagem decrescente diminui, e como dizia Saint- Exupery quando uma pessoa está cativada, quanto mais perto chega a hora de encontrar quem a cativou, mais borboletas na barriga. Mais sobre o aniversário, se o escrever, será no papel. Este blog está a virar muito cor de rosa. Estou a pensar em mudar-lhe o inteface ou layout ou lá o que isto é. O que interessa é que, nunca me soube tão bem estar outra vez em casa. E tal como quando me despedi, e já aqui escrevi, deixava mais do que pensava, tinha mais do que achava, e melhor ainda, fui capaz de fazer alguém sentir o que já não sentia há muito tempo. Aquela palavra portuguesa sem tradução. Mata-se amanhã.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Surpresa! Se por acaso aqui vieste, aqui fica um lembrete diferente, só para não ser outra vez no telemóvel... Dizem todos o mesmo não preciso de escrever acho.

Se por acaso aqui não vieste, é mais chato, mas paciência...

segunda-feira, 29 de março de 2010

boa vista (1)

A grandeza torna as coisas impessoais. Talvez de início pense: 'gostava de ter um castelo muito grande como este'. Mas depois, entre isso e uma cabana junto ao mar ou uma casinha no campo escolheria a opção mais pequena. O homem está realmente internamente ligado, queira ou não, à natureza. E ela é grande por si só. Não precisamos de um castelo para o sentir. Por isso para mim, este castelo no meio da areia, com mil e quinhentas pessoas, não serve. O único lugar vasto, amplo, sem fim, onde eu senti que lá queria viver e correr pela erva fora, foi Versailles. Sim, esse jardim sim, com aquela espécie de canal, aquele arvoredo todo, aí eu sentiria-me parte dele. Agora este castelo de areia, bastou o caminho da praia ao quarto para deixar de achar que gostava de ter um castelo como este. Embora as dunas enormes que o tapam sejam magestrais.

domingo, 28 de março de 2010

foi menos uma hora

Foge, há quanto tempo não sentia aquele friozinho a despedir-me de alguém? Há quanto tempo não achava que deixava alguma coisa para trás... E descanso finalmente, foram três meses pesados. Sete dias para descansar. Se duvidei em novembro, em dezembro, em janeiro, em fevereiro, que tanto deixava aqui, agora já não o faço. E não se trata de uma pessoa só. Talvez seja desta previsão de descanso que esta semana tenha sido o encaixe, de tudo na caixa certa. Mas mesmo mesmo. Em tudo tudo. Virão as férias para virar tudo do avesso, com certeza. Mas por agora, acho que não é preciso nenhuma revolução. Está encontrada a resolução. Ou não. Pode cair mal este jogo fonético mas é madrugada e o itunes não passa as músicas que eu quero, e amanhã (ou hoje) vou levantar-me cedo, muito cedo, para receber o merecido descanso. Quanto ao friozinho, bem, em Cabo Verde está calor para compensar, mas havia aqui lugar para mais alguém.

domingo, 14 de março de 2010

Vê que o sol ainda brilha, ainda tem por onde arder
Não é mau, não é bom, são razões para viver

quinta-feira, 4 de março de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

06 Insónia.wma

Hoje eu nem dormi a tentar entender entre o que eu sinto e o que eu te digo, o que é feito de nós e o que vai ser...

Manuel Cruz, Foge Foge Bandido

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Quando retomarmos a casa, quero que admires as flores ao longo do caminho.na volta já não há pressa. longe o percurso e longo com girassóis e malmequeres. fui solto, vegetal, azul, fecho o dia. abro a noite
(mocamfe-2003)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Virá o tempo de chegar: por agora, caminhamos. 1, 2, 3 partida! era uma vez uma estrada, um caminho longo até perder de vista... perto de uma clareira subindo até ao cume donde se podia olhar, ver um destino. mão na testa, água!, um rio ou lago, nunca mais se podia esquecer do último troço do caminho quando trincara a maçã. era longa a rua, perdia-se a luz no terreno, era um destino que só correndo seria ultrapassado. implicava cuidado. pé ante pé devagar splosh, splash, friooo. calor longe, quenteee. e terminava a rua no centeio.
1999- Mocamfe

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

sean riley and the slowriders, eu fui

sábado, 16 de janeiro de 2010

'chove uma chuva que me molha os olhos'

Nem foi assim tão difícil dizer chevrolet, já que antes disse que tinha escolhido o poema porque o verão era a minha estação preferida das três do ano. O que gostei foi de (ao deliberar qual seria o segundo poema a apresentar, nao ter tempo para inventar nada e então escolher o meu favorito, lê-lo uma vez mais e) fazer 'plim', essa palavra sozinha. Nem nunca mais me tinha lembrado disso. A memória existe desde que existe o esquecimento. E é engraçado como palavras nos abrem gavetas dessas. E como palavras teimam em não sair, querer dizer alguma coisa mas não saber o quê, e estar mais esclarecido mas mesmo assim nunca totalmente. Porque as soluções nunca nos são dadas. Só não se pode é assumir que ao cortar a luz as pessoas deixam de abusar do seu uso, e não se vão perguntar sobre a razão de esta ter caído. Eu, pelo menos, não sou assim. Tenho o número da edp gravado nos contactos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

' Um gingerale por favor.', talvez porque o lugar me lembrou da bebida. Há ensinamentos que não devemos esquecer... 'Uma boa noite de sono cura tudo','Só faz falta quem cá está', por quem nos ensinou. E que a bebida é das melhores é verdade sim. Numa tarde de chuva depois de um grande caminha a tentar proteger um lp dos pingos e com os pés doridos e muito sono para descarregar (ou seja, responder ao sono com libertação de energia : gritinhos, saltos, falar sozinha ou cantar no meio da rua), e ainda com a vista daquele bar académico, soube mesmo bem um gingerale, em que as bolhas de gás não deixam amolecer a língua nem a garganta, mas com um sabor agradável. Talvez o limão ajude, talvez. Um gingerale que eu não beberia hoje se não tivesse feito antes uma confusãozinha,e aprendido agora a não ter medo de arriscar, a ir ao encontro, a fazer por. Porque os timings são lixados. Mas mesmo sendo pior sabe bem saber como era do outro lado, poder ser mosquinha no que já aconteceu. Mas os timings são lixados. E os mal entendidos também. E a precipitação também. E às vezes só sabemos o outro lado, que só as moscas viram, meio ano depois, a virar de ano. Mas sabemos, já não é mau. Mais vale saber do que o contrário. Mesmo que depois percamos a graça porque afinal o que era para dizer uma coisa escorrega e mostra uns segredinhos escondidos, surpreendendo (palavra perfeita). Já disse que a precipitação é lixada? Que os nervos que sobem também o são? Mas que eles não sobem sozinhos garanto... E, outra vez, desejo ser a mosquinha. Talvez só o seja daqui a outros seis meses. E começou na bebida não foi? Presumo que nada aconteça por acaso...

domingo, 3 de janeiro de 2010

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

2010 (2)

tsss, fire! ahah
good morning ladies