terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Virá o tempo de chegar: por agora, caminhamos. 1, 2, 3 partida! era uma vez uma estrada, um caminho longo até perder de vista... perto de uma clareira subindo até ao cume donde se podia olhar, ver um destino. mão na testa, água!, um rio ou lago, nunca mais se podia esquecer do último troço do caminho quando trincara a maçã. era longa a rua, perdia-se a luz no terreno, era um destino que só correndo seria ultrapassado. implicava cuidado. pé ante pé devagar splosh, splash, friooo. calor longe, quenteee. e terminava a rua no centeio.
1999- Mocamfe

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

sean riley and the slowriders, eu fui

sábado, 16 de janeiro de 2010

'chove uma chuva que me molha os olhos'

Nem foi assim tão difícil dizer chevrolet, já que antes disse que tinha escolhido o poema porque o verão era a minha estação preferida das três do ano. O que gostei foi de (ao deliberar qual seria o segundo poema a apresentar, nao ter tempo para inventar nada e então escolher o meu favorito, lê-lo uma vez mais e) fazer 'plim', essa palavra sozinha. Nem nunca mais me tinha lembrado disso. A memória existe desde que existe o esquecimento. E é engraçado como palavras nos abrem gavetas dessas. E como palavras teimam em não sair, querer dizer alguma coisa mas não saber o quê, e estar mais esclarecido mas mesmo assim nunca totalmente. Porque as soluções nunca nos são dadas. Só não se pode é assumir que ao cortar a luz as pessoas deixam de abusar do seu uso, e não se vão perguntar sobre a razão de esta ter caído. Eu, pelo menos, não sou assim. Tenho o número da edp gravado nos contactos.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

' Um gingerale por favor.', talvez porque o lugar me lembrou da bebida. Há ensinamentos que não devemos esquecer... 'Uma boa noite de sono cura tudo','Só faz falta quem cá está', por quem nos ensinou. E que a bebida é das melhores é verdade sim. Numa tarde de chuva depois de um grande caminha a tentar proteger um lp dos pingos e com os pés doridos e muito sono para descarregar (ou seja, responder ao sono com libertação de energia : gritinhos, saltos, falar sozinha ou cantar no meio da rua), e ainda com a vista daquele bar académico, soube mesmo bem um gingerale, em que as bolhas de gás não deixam amolecer a língua nem a garganta, mas com um sabor agradável. Talvez o limão ajude, talvez. Um gingerale que eu não beberia hoje se não tivesse feito antes uma confusãozinha,e aprendido agora a não ter medo de arriscar, a ir ao encontro, a fazer por. Porque os timings são lixados. Mas mesmo sendo pior sabe bem saber como era do outro lado, poder ser mosquinha no que já aconteceu. Mas os timings são lixados. E os mal entendidos também. E a precipitação também. E às vezes só sabemos o outro lado, que só as moscas viram, meio ano depois, a virar de ano. Mas sabemos, já não é mau. Mais vale saber do que o contrário. Mesmo que depois percamos a graça porque afinal o que era para dizer uma coisa escorrega e mostra uns segredinhos escondidos, surpreendendo (palavra perfeita). Já disse que a precipitação é lixada? Que os nervos que sobem também o são? Mas que eles não sobem sozinhos garanto... E, outra vez, desejo ser a mosquinha. Talvez só o seja daqui a outros seis meses. E começou na bebida não foi? Presumo que nada aconteça por acaso...

domingo, 3 de janeiro de 2010

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

2010 (2)

tsss, fire! ahah
good morning ladies