sábado, 8 de dezembro de 2012

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

café hollywood

Uma fotografia. Duas coisas se vêem nela. Numa palavra,batida,verão.A verdade? Não há palavra. Duas coisas, um todo,todos os detalhes. Fica só a sensação. Indigestões precisam-se.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

justiça, e muita paz

Una mattina. Nuvens. Céu.
Ultimamente são só correrias, sem tempo para pensar, e quando dá para pensar é que ainda me falta fazer isto, isto e isto, e não fiz aquilo e ainda devia fazer mais alguma coisa. Quando no fundo, só quero dormir. E no meio do 'não fiz aquilo' muitas vezes o 'aquilo' é o simples estar sentado a conversar. Estar sentado com calma. Sem a calma demasiada das aulas menos entusiasmantes, mas a calma bonita.
E assim acredita-se em acasos. Lembro-me de quando li Inês Santarino, no grupo de contactos do gmail, das conversas intermináveis pre-reunião-pre-campo. E pensei uma coisa : 'Santarino? É irmã do Leo..". Mas depois mais uma, na descrição do perfil, "Olha, é de bioquímica?". E hoje estávamos a almoçar. Foi mesmo bom. Almoçar com companhia mesmo boa. Pessoas do mocamfe é assim, são companhia com um toque diferente, e sempre especiais.
Obrigada por me darem um pedaço de terra para pisar os pés, espaço para não ter a testa franzida de pressa, muito carinho, e muito riso. Foram como esta canção :

domingo, 16 de setembro de 2012

Porque cheguei à conclusão de que voltara a estar cheia mas de maneira diferente, porque o que nos enche muda consoante o nosso gosto

Ao chegar a casa, tomar um banho, e ir-me deitar cheia de cansaço mas sono nenhum fez-me lembrar quando voltei do CIFA (pois raramente tomo banho de noite, e aquele cansaço característico de quem volta para a rotina sem o querer). Sono nenhum mas sono a mais para escrever, pelo que adiei uma semana. De cancioneiro aberto na página 173. Venho tão cheia deste verão, com a sensação de não ser capaz de digerir tudo com tempo, porque tudo acontece sem pausas, sem tempo para pensar. Mas esta sensação é muito boa, mesmo tendo eu medo de por não ter tempo de processar as coisas, que algumas se percam pelo caminho...

Desde pequena que sempre gostei de ter muitas coisas para fazer, uma agenda e um horário lotados, andar a correr de um lado para o outro, mesmo que me cansasse, gostava dessa azáfama toda. Mas não eram coisas que me enchessem de tal modo que, por saltitar de coisa em coisa tão rápido, eu não tivesse tempo para digerir tudo. Vejamos, como se as coisas fossem mais imediatas, não precisassem de ser processadas, por muita correria, tudo tinha o seu tempo. E este ano estava a sentir-me mais vazia, mais calma, sem tanta correria, que me começava a fazer falta. E foi assim até metade do verão, posso bem dividir o verão, pois metade dele foi calma a recear o que a outra metade cheia podia sacrificar, e a outra metade foi bem cheia, e no final ainda tudo está como devia. E posso dizer que o ponto de viragem foi o dia em que fiz 18 anos. Sempre com o seu significado mais especial, e pela noite que se proporcionou, pela lembrança dos que lá estão, por ter sentido que fazia todo o sentido mesmo. Depois foi sempre a correr, entre malas e despedidas durante uns três dias sempre que voltava mas ia depois em breve, tentando manter o que havia por cá, tentando aproveitar o tempo que não tinha, tentando matar as saudades passadas e futuras. E no final, só sacrificamos as coisas se quisermos, as circunstâncias não decidem por nós. As circunstâncias até podem fazer crescer. E foram 17 dias num campo intenso, 25 dias intensos também na Califórnia, que começaram com uma surpresa no aeroporto que levantava poeira desse campo, e mal cheguei por fim, depois de uma viagem de avião que não deu para digerir nada entre sono e mal estar, onde fui eu? Para casa processar tudo o que aconteceu? Não, directa para a avaliação desse campo, numa casa onde tudo se iniciou, ver se conseguia surpreender alguns corações. E se achava que ia ter tempo nas 2h30 de viagem, nem isso, porque me surpreenderam a mim, e ainda bem, pois foi para matar as maiores saudades que tinha. Nessa noite até de manhã, revelações, lembranças, ouvir e dizer coisas importantes, reflectir nelas, coisas que demoram mesmo a processar. Ouvir coisas que achei que ninguém notara, e eu ficara por dizer. Saber como marcaste certas pessoas. O exercício de pensar em como algumas te marcaram. Mas não houve tempo também para processar, porque cheguei a casa e já era hora de dormir, para acordar cedo no dia seguinte. E as memórias da califórnia ainda estavam por processar também. E de repente, fogo, é tanto! É tanto e desta vez necessita ser digerido, necessita mesmo, foi tão cheio que necessita ser gravado... E lembro a frase de um amigo que diz que por vezes lhe vêm as lágrimas aos olhos só de estar tão cheio, como se tudo o que tem nele transbordasse. É isso, dar graças. Já não é o não ter tempo de correria seguida, é estar tão cheio que digerir é forçado exercício, por entre os tempos em que posso, o que faz demorar mais a ressaca, e ainda bem, pois faz trazer tudo comigo. E agora querer recuperar certos tempos perdidos no verão. E sentir que não vai haver tempo no futuro para processar o que ficou por ser processado. Só espero não esquecer.

Vale a pena ser para os outros, vale a pena estar do outro lado do oceano e deixar umas palavras em caixas de correio. Vale a pena correr kms, valem a pena as surpresas, vale a pena abrir horizontes, não há que ter medo de voar sem companhia, vale a pena o mocamfe, vale a pena estar grata e vale a pena que tudo seja sem tempo para digerir, se isso significar um estômago cheio. Na minha mochila trouxe desta metade de verão muito peso, muita bagagem, muitos sorrisos, muitas descobertas. Espero que seja um bom começo da maioridade. E não me perder com tanto pelo caminho.



Está na hora de ouvires o teu pai,puxa para ti essa cadeira,cada qual é que escolhe aonde vai hora-a-hora e durante a vida inteira... Podes ter uma luta que é só tua, ou então ir e vir com as marés,se perderes a direcção da Lua olha a sombra que tens colada aos pés... Estou cansado. Aceita o testemunho. Não tenho o teu caminho pra escrever. Tens que ser tu, com o teu próprio punho. Era isso o que te queria dizer. Sou uma metade do que era com mais outro tanto de cidade,vou-me embora que o coração não espera à procura da mais velha metade... (Rio grande)





sábado, 15 de setembro de 2012

De olhos fechados

Uma lufada de ar quente, de carinho, com a frescura de quem parte para a rotina levando o verao no coraçao. Valeu a pena fazer os kms, nao dormir, valeu a pena, valeu a pena...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Hidrogenio

Na escola ensinavam-me toneladas de nocoes que eu digeria com diligencia, mas que nao me fervilhavam nas veias. Via entumescerem-se os gomos na primavera, reluzir a mica no granito: olhava para as minhas proprias maos e dizia comigo: " Compreenderei tambem isto, compreenderei tudo, mas nao como eles querem. Encontrarei um atalho, arranjarei uma gazua, forcarei a porta." Era enervante, mesmo nauseabundo, ouvir discursos sobre o problema do ser e do conhecer quando a nossa volta tudo era um misterio que permanecia por desvendar: a madeira vetusta dos bancos, a esfera do Sol vista das janelas e dos telhados, o voo inutil das melgas no ar de junho. Vejamos: seriam capazes de fabricar este mosquito todos os filosofos e todos os exercitos do mundo? Nao, nem sequer seriam capazes de o compreender. Esta era uma vergonha e uma coisa abominavel e era preciso encontrar uma alternativa.

Primo Levi
O sistema periodico

Texto a ser corrigido quando voltar a  ter um teclado portugues, a caneta tinha mais vontade que o primor pela ortografia

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A caneta começou com a Isabel mas no final deu muitas voltas

Conversas com o sol a bater e o ponto mais alto da serra ao fundo. Contar uma história, ou várias. Falar mais do que ouvir e dar aos outros o que somos. Não saber bem como começou. E o sol descia e a confusão começava a acumular-se. Mas não apetecia ir tratar da confusão, e a conversa adiantava-se até já não poder mais. Mas havia mais. E quando se adia depois são umas coisas atrás das outras até se conseguir cumprir o resto. E adiámos outra vez. Hoje lia algures de outro campo que não era o movimento que transformava as pessoas mas que este sim é composto por pessoas que nos transformam, algo do género. Não sei o que há neste sol a bater, e nestas brisas de fim de tarde, que nos trazem estes laços que passam também para os fins de tarde em que o sol não bate porque estão prédios à nossa volta. Se calhar é tão batido este espanto sempre que se volta cheio do movimento, mas eu não deixo nem quero deixar de o ter. Não é só o espanto de existir quando a estrada solarenga da serra nos sorri, é o espanto de existirem estas pessoas, e de todos juntos fazermos o que fazemos. Porque às vezes a preguiça cria me resistência a certas coisas, e quando volto, como voltei desta vez, encho me da certeza que vale tanto a pena voltar. Foi um ano e pêras de MOCAMFE. Um ano de preguiça fez me desligar um pouco e até faltar à festa dos 40 (que burrice), mas depois tive este banho desde Agosto passado. Mas que banho tão bom! Parto num avião já a pensar que mais movimento posso ser este ano. Mesmo que a experiência seja pouca para contribuir, basta ouvir às vezes, estar presente. Sede de levar isto para a frente. Outubro e Fevereiro puseram me nas mãos tanta história, que infelizmente talvez demore a remexer (só faz falta quem cá está), e vem me agora à memória coisas que lá li, que faziam a mesma pergunta que me faço. Como é que não há gente suficiente todos os verões? Como é que a vida corre tão rápido que nos consome e nos tira tempo de viver? Porque sei que também vai chegar a minha altura de não poder. Mas como? Há tanto tão bom e diverso, intenso, que nos faz vibrar, é verdade, e viver. Cada coisa à sua maneira. Mas neste campo ( e mais uma vez caio no clichet, mas que se lixe, tivesse eu melhores palavras seria poeta...), numa simples viagem de carro, senti que estes 17 dias, aliás, não foi só sentir, foi ter a certeza, foi quase querer gritar alto de ter tido tão bem a certeza, que o Mocamfe me traz uma das soluções à angústia de "não viver, só existir". Porque tenho a certeza que nestes dias vivo, e respiro o mais fundo dos meus pulmões.
Começou em conversas antes de uma noite estrelada e acabou no movimento em si. Nunca consegui cingir-me ao mesmo tema. Vagueio entre todas as memórias e sentimentos e tão complicado que é. Que ambição tão grande tinha o sonhador da Ode Marítima, que para mim gerir isto é complicado. São muitas coisas. É difícil digerir. Talvez com a minha partida para outro continente assente. Talvez demore mais a assentar, não sei. Talvez só assente com o sol a bater e o ponto mais alto da serra de novo ao fundo.

terça-feira, 31 de julho de 2012

carta antes de animar

escrita no CIFA, para ler antes de ir para o pisão, de tudo o que me fez pensar, algo não saiu do repeat...

É a tua iniciativa que te vai manter aqui

quarta-feira, 25 de julho de 2012

em jeito de obrigado a todos que enfiarem a carapuça

É muito cliché as pessoas afastarem-se e depois ser muito muito bom quando se voltam a ver. Uma das realidades mais comuns da vida em amizades a sério, e talvez nalgumas não tão sérias. Contam-se histórias, uma pessoa relembra-se. Porque sim, sem se vendo, caindo na sucessão de desencontros, e tentando uma vez por outra um tempo de novo, a verdade é que nos vamos esquecendo. E quando vamos para casa (ou para uma sala de espectáculos, ou para um café esperar pela boleia), e vimos mesmo cheios, lembramos para voltar a esquecer com certeza, que não nos queremos esquecer mais. Porque às vezes os silêncios são matreiros, e não são esquecimento, ou melhor, o esquecimento tem causas que apelam à nossa lembrança. Porque em certas alturas temos que adivinhar que devemos estar presentes, em certas alturas não chamamos ninguém. Em férias é tudo mais fácil, e eu gosto muito destes encontros. Talvez porque nunca fui de muita rotina, e deixando um pedacinho de mim em vários sítios diferentes, há muita percentagem de distância só porque sim, então muitos encontros. É uma maneira de amizade. Às vezes cansa. Muitas vezes, muitas muitas vezes, sabe a pouco. Mas é tão bom saber gerir rumos diferentes. Ainda há quem já não encontremos, porque não faz sentido, mas ainda vamos perguntando "pela família". Por isso é que deixo postais. Por isso é que me apego demais. E aprendi com a minha mãe que é bom ser assim mas o mais sábio é saber mantê-los. Por isso acho saudável mudar de ares, nunca fui muito da repetição, e sou mais rica por isso. Sempre com o senão dos momentos que ficam pelo caminho, do esquecimento que devia ser combatido. Estou quase a ir para duas viagens e só voltar daqui a muito tempo. E as férias deram-me hipóteses a menos para combater o tempo perdido na ocupação de um ano lectivo. Mas faço o que posso para manter a quem me significa.  

"É a vida desse meu lugar, é a vida"

sábado, 7 de julho de 2012

"Ver é cada vez mais desnecessário"

Tudo no nosso mundo tem uma medida exacta e muitas escalas que podemos imaginar. Para entendermos o mundo à nanoescala podemos comparar uma bola de futebol com o planeta terra ou um berlinde com a cabeça do Einstein.
Todos entendemos que a distância transforma o que vemos. Podemos ver um ponto no céu durante toda a nossa vida, mas só quando nos aproximarmos dele teremos a certeza de ser um planeta. O mesmo ponto num mapa pode ser uma cidade inteira, mas da janela de um avião cada ponto lá em baixo é uma pessoa, uma casa ou um avião. Já um ponto com 100 nanómetros na ponta de um dedo é simplesmente invisível aos nossos olhos.
E se o mais pequeno que podemos ver for ainda grande demais para nós?
Sinopse de Nano T, peça da Marionet

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Wait for meee!

Among all the good things I'm going to see for the first time or to see again, there are.....

DEEP FRIED OREOS!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Bolinha saltitona


Macia. Sem arestas. 
Temos controlo sobre ela. Mas não todo. Com quanto mais força a atirarmos mais longe ela vai. Podemos decidir para onde ela vai. Mas não com  todo o rigor. Há imperfeições nela ou na superfície em que bater, que não deixam a nossa pontaria ser 100% eficaz. Ou seja, não sabemos com rigor onde ela vai parar. Como a vida deve ser. Entender que há coisas que não controlamos, e, quando elas acontecem, tentar pensar que podemos voltar a ter controlo, dar a volta, aceitar. Mais do que entender, aceitar. 
Com quanto mais força a atirarmos mais longe ela vai.

Para me lembrar isto, para me lembrar como os professores podem marcar um aluno, actualmente sem intenções de a tirar da minha estante. A minha é verde.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Paries



Um filme sobre a vida, incrivelmente agridoce. Imperdível

segunda-feira, 11 de junho de 2012

tempestade tropical

Os poucos momentos em que desço à terra, antes de adormecer, e admito falhas até talvez onde não as cometi, por ser transparente, por ser sincera, por querer dar algo bom, por querer pedir desculpa, por dar valor a pequenas coisas e achar que o contrário acontece. Escrevem-se desculpas num papel que até escolhi de cor e guardam-se na carteira. Acorda-se. Mais tarde, toda essa vontade de bem e distância de orgulhos, por carapaça pouco dura, podem ser enterradas, ou empurradas, despenhadas, com uma só pergunta. E aí, o papel fica na carteira. Talvez outro dia. Ou talvez não valha o esforço.

domingo, 10 de junho de 2012

santo isidro

Arquivos - Sedes. Casas. Querer conhecer o passado para perceber o nosso papel no presente.
Já mexia nestes papeis de novo...

Arquivos - Listas. Exímia capacidade de definir objectivos. Cumpri-los? Cumprir a receita perfeita.

Arquivos - Passado. Ausências. Vamos a ver. Há coisas que não entendendo mais vale ignorar.

Gosto muito desta foto mesmo. "Vejam bem"

quinta-feira, 7 de junho de 2012

it's been 889 days since


A Lulu quer o que quer qualquer mulher
Que o amigo a abrace bem
E que a faça rir também.
A Lulu tem um medo mas guarda-se em segredo
O amigo vai esperar que ela queira pô-lo a par.

E se a conversa os põe em perigo
ele ri-se muito e gaguejante
Diz-lhe "É bom ser teu amigo
mas igualmente bom ser teu amante".

Ela dá-lhe a mão e dá-lhe um pouco do coração
Ele faz de tudo para compreender
Depois de tudo para lhe agradecer

domingo, 27 de maio de 2012

delights

A minha Religião

No Inverno sou budista,
No Verão sou nudista.

in O Segredo de Joe Gould, de Joseph Mitchell





domingo, 13 de maio de 2012

a magia do nem sei bem

Hoje de manhã, a Vânia abriu a janela para ver se íamos acordando. Ainda dormindo e acordando aos soluços, só pensava : Já domingo? Então? Foi só isto? Não pode ser.... Como se faz um dia render ao máximo? A serra, a serra é tão bela, tão tranquila, e a pedra é tão confortável. Um trabalho, um projecto, risos, abraços. Mesmo assim não me vem vontade a Verão porque será uma incógnita. Mais vontade a Talasnal. Chegar é bom, tomar banho é bom, mas, foi tão rápido! E isto tudo tão clichet...

Vamos em busca. Em busca de uma mão, descoberta neste último verão, ou em busca de um rio. A paz dá que pensar demais para voltar à rotina assim tão de repente. Porque a rotina nos faz evitar pensar... As pessoas gostam umas das outras. Têm carinho umas pelas outras. Preocupam-se, vão perguntando. Isso é uma boa rotina. Às vezes ligam. Trocam correspondência. Cartas sempre foi a cena do Mocamfe. É boa a correspondência directa de brisa fresca. Depois voltarão à distância. Umas deixas no comboio, outras a voltarem a pé para casa.

E a eira pequena parece tão recôndida, tão isolada, tão sozinha, mas se sobes a uma varanda lá está ela exposta. E parecia aquele local sagrado...

Resumindo : fui e voltei, e a serra não podia ficar fora deste blog. Quanto ao resto, pensamentos soltos como quando se vai acordando e adormecendo de madrugada sem saber qual é a conversa do burburinho que aliado ao encosto nos deixa dormir bem. Melhor do que sozinha, quando acordei a pensar que já era domingo....

segunda-feira, 7 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

(mas apeteceu)

Tudo o que não houve hoje (....), afinal, num dia de chuva, se houve um raio de sol, fos...



terça-feira, 1 de maio de 2012

'Oh, I believe in yesterday..'

A amizade é incrível. Descobres coisas. Achas que só contas com aquela pessoa a quem pediste para lá estar, mas, dum outro lado, há alguém a fazer pessoas prometer que te vão ver. Sem teres pedido. E como são sempre deste lado as iniciativas, sabe bem. Ter apoio, nem que seja para a pista não estar mesmo vazia. Mais que isso, é a iniciativa. A preocupação. Saber que não somos só nós a fazer rolar o que existe.

O amor é incrível. As surpresas também. Às vezes as surpresas são provas. As provas consolidam as coisas, acusações de crimes, ilibações, ou apenas o conforto com que adormeces e acordas. A surpresa pode ser só adormecer calmamente, ou ganhar mais energia para dançar. E há coisas em que não se nota, que não importam, porque é mesmo incrível.

A paz é incrível. E como a ganhas depende de ti. Da amizade, do amor, de ti. A mim às vezes basta uma agenda, uma lista, um rumo. E finalmente um calendário de aniversários. Escrever na agenda. Ver os meses em branco. Não custa nada escrever. Há coisas tão boas, não as conseguimos congelar, mas ali ao menos fica um rasto. Um riacho. Uma estrada. Um caminho.

domingo, 29 de abril de 2012



Um dia tinha que voltar....